Páginas

3.18.2026

Alguém Consegue Compreender o Brasil ou o ser que se diz humano?

 Compreender o Brasil é entender as falcatruas públicas e privadas, somente com muitíssimo conhecimento de causa, estudos da memória recente (e passada) e patrimonial brasileira, o que exige muitas pesquisas para conhece-los (memória e patrimônio nacionais)

   Fig. Na internet _ distribuição de renda no Brasil e vergonhosa

por Adhemar T Vieira Fh no blog Mangue do Cachoeira – Sociedade e Para Onde o Ser Humano Vai...

Vários comentários neste artigo descrevem com clareza e facilidade de compreensão a exploração, que pelo menos nos últimos 200 anos os EUA fazem nesse país, o Brasil. 

Ah, mas faltou descrever os juros absurdos dos bancos estadunidenses. 

Cinquenta porcento (50%) da dívida atual brasileira faz parte do "orçamento público federal", que não foi incluído no "ajuste fiscal" do Ministério da Economia (reforma fiscal entre 2024-2025), negociado no Congresso, e que não é divulgado com clareza para a sociedade brasileira.

Qual a participação dos municípios, estados e governo federal. 

Óbvio que falta uma "auditoria da dívida" brasileira. 

Outro item importante, foi na lava-jato (relembrando a espionagem estadunidense e o imbróglio judiciário federal brasileiro) no qual, o ex juiz e hoje senador Sérgio Moro, junto com o MPF (Dalanhol, Paludo entre outros ex promotores federais), em conluio com a grande imprensa brasileira (Globo, Folha, Estadão, Band, Record, Veja, Isto E,  etc) por pouco não destruíram a Petrobras. Conseguiram "quebrar" a indústria naval brasileira no RJ e RGS, algumas grandes empreiteiras, projeto do submarino nuclear da Marinha Nacional, prisão do presidente Lula (maior lawfere na história da justiça brasileira) entre outras atuações destrutivas em nosso pais.

Em vez de investigar diretores e acionistas, atacaram as empresas e quebraram as mesmas, além de causarem grandes estragos nas entidades publicas nacionais.

Hoje, com a vaza-jato (na justiça federal), foi comprovado as mentiras (fake-news) e diabruras da PGR ou MPF, nas delações premiadas, com o aval de Sérgio Moro (e equipe de juristas no âmbito federal), sua esposa advogada e um rol de advogados paranaenses (desvio de milhões de reais, em caso esquecido nos subterfúgios da (in)justiça brasileira federal (isso sem citar o escândalo do Banestado))... 

Sérgio Moro e Dalanhol (ex juiz e promotor público federal), entre outras figuras da lava-jato, viajavam mensalmente aos EUA para receberem informações de espionagem da Cia, NSA e Departamento de Justiça estadunidense, assim como orientações jurídicas das autoridades dos EUA. Esse escândalo e roubo na Petrobras foram "varridos para debaixo do tapete" da vergonhosa e histórica justiça brasileira, onde o Superior Tribunal Federal - STF fazia "cara de paisagem", através do seu ex presidente (Levandowisk), hoje ex-ministro da (in)justiça, colocado no cargo pelo presidente atual Lula (pasmem).

Deu aval jurídico ao Congresso para impeachment da ex presidenta Dilma Russefeld em 2014 (alguém lembra desse momento histórico?).

Compreender o Brasil é entender as falcatruas públicas e privadas, somente com muitíssimo conhecimento de causa, estudos sociais e políticos da memória recente (e passada) e patrimonial brasileira, o que exige muitas pesquisas para conhece-los (memória e patrimônio nacionais), isso sem citar as grandes empresas ou os donos do capital daqui e de fora.

Sem considerar que naquela época, o presidente dos EUA era Obama do partido Democrata. 

Imagina-se em 2024, Trump (aquele que tem emoções igual a de um menino de 5 anos) do partido Republicano, que patrocinou e incentivou a invasão do Capitólio, Esse político travestido volta por cima "da carne seca ?" , se passando por herói e salvador dos EUA (que país é esse ?).

Planeta Terra em Alto Risco de Existência

E a civilização humana está passando por mais um período de muito risco e complicadíssimo momento no caminho do ser vivo sobre a face da Terra, considerando-se totalmente isolado da multiplicidade da vida terrena no Planeta Terra.

Os riscos causados pelo ser humano (insano), quanto a continuidade da Natureza terrena e Cósmica (seres vivos orgânicos e i-norgânicos), com a exploração dos ditos "commodities ou financeirização da vida", supondo-se que o lado espiritual da vida não mais existe.

Neste caso, o petróleo, gás, carvão, ar (oxigênio), águas (salgada e doce), florestas, terras (inclusive as raras na mineração intensiva). Aí está a grande dificuldade da manutenção do Planeta (antropocentro), dentro dos Cosmos Holístico ou Múltiplo, na sua continuidade, depois de milhões de anos de transformações, nos vários períodos da história, em continuidade da vida e transmutação do planeta Terra.

E a vida segue, agora pelos caminhos virtuais da comunicação humana inteligente e também natural (sic IA, satélite ((considerar também a espionagem digital, via satélite)), assim como e’ muito difícil entender um ser conseguir transmutar-se nesse nível de complexidade...que se diz humano...

Re-publicação no Mangue do Cachoeira: 18/març/2026

3.12.2026

Democracia, algo que não pode ser comprado ou intimidado pelo poder

 

DEMOCRACIA*

por Langston Hughes

A democracia não virá
Hoje, este ano,
      Nem nunca
Por meio do compromisso e do medo.

Tenho tanto direito quanto
Como o outro tem
      Para ficar de pé
Em meus dois pés
E possuir a terra.

Estou muito cansado de ouvir as pessoas dizerem,
Deixe as coisas seguirem seu curso.
Amanhã é outro dia.
Não preciso de minha liberdade quando estiver morto.
Não posso viver com o pão de amanhã.

Liberdade
É uma semente forte
Plantada
Em uma grande necessidade.
Ouça, América**…
Eu também moro aqui.
Eu quero liberdade
Assim como você.

 

A democracia não virá hoje, este ano, nem nunca, se houver a falta de compromisso entre as pessoas ou alguma pressão para causar medo e exigir de alguém alguma obrigação ou atitude individualista. Todos tem as mesmas obrigações quanto ao direito e justiça, independente de religião, raça (etnia), ou convicções políticas. Simbolicamente é possível pensar ou dizer que se ficará de pé, com os dois pés, e vagar-se-á livremente pela Terra (Pachamama).

É um tanto quanto enganador ou mesmo uma mentira simplesmente ouvir as pessoas falarem: “deixe as coisas seguirem seu curso, amanhã será outro dia”.   A liberdade só existirá enquanto se continuar lutando ou buscando por ela. Assim como não é possível viver com o pão de amanhã, pois cada dia ele deverá ser conquistado.
Assim como, o conceito de liberdade é parecido com uma boa semente, que plantada em solo fértil, irá produzir muitos frutos, árvores, sombras e biomas.

Entender e buscar a liberdade é como plantar a democracia e é uma necessidade para manutenção da vida (vital).

Ouça Estados Unidos, a vida clama em continuar no planeta, mesmo que as elites (capitalismo destrutivo estadunidense, civis e militares) não permita. Os seres humanos continuam a existir, mesmo que vocês não queiram, não enxerguem ou não conseguem entender além de suas sombras (umbigos).Queremos ser livres e poder vagar pela face da Terra, Langston Hughes*.

*Em 1949, o poeta comunista Langston Hughes, expressou esse anseio em seu pequeno poema “Democracy” [Democracia*], que se referia à negação do direito ao voto e fala agora da necessidade de uma consideração muito mais profunda do que a democracia deve significar em nossos tempos – algo que não pode ser comprado por dinheiro ou intimidado pelo poder.

** EUA

Publicado no Brasil de Fato: 17 de junho de 2024

Re-publicado pelo blog Mangue do Cachoeira: 12 de março de 2026

Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2024/06/17/a-democracia-nao-sera-alcancada-por-meio-de-concessoes-e-do-medo

 

1.25.2026

Super Ricos emitiram o limite de CO₂ (exploração do petróleo, gáz, e carvão) reservado para o ano todo, alerta Oxfam

Investimentos levam super-ricos a poluir em um dia o mesmo que os 50% mais pobres poluem em um ano

por Carolina Bataier no Brasil de Fato – Sociedade e a Injustiça sócio-financeira na distribuição de

renda e patrimônio

Emissões dos super ricos têm como origem a combinação entre o estilo de vida (exploração do petróleo, gáz, e carvão) e as práticas financeiras | Crédito: Divulgação/Oxfam

O primeiro mês do ano não chegou nem até a metade e os super ricos já esgotaram a sua cota anual de emissões de gás carbônico (CO), o principal gás do efeito estufa. O alerta é de um estudo da Oxfam, uma confederação global de organizações focada em ações de combate à pobreza e à desigualdade.

Em apenas dez dias, a parcela dos 1% mais ricos do mundo consumiu todo o “orçamento” disponível para 2026, considerando o limite de emissões por pessoa de 2,1 toneladas anuais de CO estabelecido a partir de dados do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

A cota tem como base os indicativos do Acordo de Paris, firmado em 2015, que define um limite de emissões globais para que o aquecimento do planeta não ultrapasse 1,5ºC em relação ao período pré-industrial.

Entre os super ricos, no entanto, a média de emissões anuais, chamada de pegada de carbono, é de 75,1 toneladas por pessoa, 36 vezes o indicado pelo Pnuma.

Para permanecer dentro do limite de 1,5°C, o 1% mais rico teria de reduzir suas emissões em 97% até 2030”, alerta o estudo. “Enquanto isso, aqueles que menos contribuíram para causar a crise climática, incluindo comunidades em países mais pobres e vulneráveis ao clima, povos indígenas, mulheres e meninas, serão os mais prejudicados”, informa a Oxfam.

O estudo aponta que uma pessoa entre os 0,1% mais ricos produz mais poluição de carbono em um dia do que os 50% mais pobres emitem em um ano. Assim, se todos emitissem como os 0,1% mais ricos, o orçamento de carbono seria esgotado em menos de três semanas.

Jatos, iates, petróleo e destruição da camada de ozônio

As emissões dos super-ricos têm como origem a combinação entre o estilo de vida e as práticas financeiras de investimentos em petróleo, gáz e carvão desse minúsculo grupo da sociedade.

Jatos particulares e iates de luxo, por exemplo, produzem enormes quantidades de CO. De acordo com a Oxfam, o uso desses bens em apenas uma semana pode equivaler às emissões de CO de uma pessoa pobre ao longo de toda a vida.

Iates combinam luxo e altas emissões de poluentes – Divulgação | Crédito: Divulgação

“Em análise global, 50 super ricos emitem mais carbono com jatos, iates e investimentos em apenas 90 minutos do que a pessoa média faz ao longo da vida”, aponta a Oxfam, na pesquisa “Carbon Inequality Kills”, que acompanhou as emissões de jatos particulares, iates de luxo e investimentos em indústrias poluentes.
No campo profissional, os super ricos investem em indústrias dos setores mais poluentes, como a dos combustíveis fósseis.

Entre as empresas privadas líderes em emissões de gás carbônico, estão as estadunidenses ExxonMobil, uma das maiores petrolíferas do mundo; a Chevron, produtora de petróleo e gás e a europeia Shell, também do setor petrolífero.

Como caminhos para corrigir o problema, a Oxfam orienta que governos aumentem impostos sobre a renda e a riqueza dos super-ricos.

Além disso, o estudo sugere a proibição ou tributação punitiva de itens de luxo de alta intensidade de carbono, como os iates e jatos particulares. “A pegada de carbono de um europeu super-rico, acumulada em quase apenas uma semana usando super iates e jatos particulares, equivale à pegada de carbono ao longo da vida de uma pessoa entre os 1% mais pobres do mundo”, alerta a pesquisa.

Edição BdF: Luís Indriunas

Publicação BdF: 12.jan.2026

Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2026/01/12/em-apenas-dez-dias-bilionarios-emitiram-o-limite-de-co%e2%82%82-reservado-para-o-ano-todo-alerta-oxfam/

 

1.22.2026

Brasil: mais de 365 mil pessoas em situação de rua

... existe muita fome no Brasil. Existem pessoas que não conseguem se alimentar porque tem que pagar o aluguel ou porque tem que comprar remédio

O Brasil como 8º. país no ranking do PIB, não é admissível haverem pessoas em situação de rua, principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e nas grandes cidades

por Elaine Patricia Cruz na Agência Brasil e BdF – Sociedade e Pessoas s/ Direitos Civis e Humanos

   Levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade | Crédito: © Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo

O Brasil como 8º. país no ranking do PIB, não é admissível haverem pessoas em situação de rua, principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e nas grandes cidades. Faltam políticas públicas mais assertivas, para que a população que vive sem os direitos civis e humanos atendidos possam ter uma vida mais digna. A falta de distribuição renda, onde a concentração de dinheiro e patrimônio é vergonhosa, exige que as entidades que perfazem os movimentos sociais , os políticos que se consideram de esquerda e os órgãos públicos mais atuantes se conscientizem que somente com união de forças será possível pressionar os que detém o poder, para que haja inicio de uma verdadeira reação popular para solucionar este problema que tanto envergonha nosso país.

O número de pessoas que vivem em situação de rua continua crescendo no país. Em dezembro de 2024 havia 327.925 pessoas vivendo nas ruas do Brasil. No final do ano passado esse número chegava a 365.822 pessoas. Os dados são de levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (OBPopRua/Polos-UFMG), divulgado nesta quarta-feira (14).

O levantamento foi feito com base nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), que reúne os beneficiários de políticas sociais, como o Bolsa Família, e serve como indicativo das populações em vulnerabilidade para quantificar os repasses do governo federal aos municípios.

De 2020 a 2021, quando teve início a pandemia da Covid-19, o número de pessoas em situação de rua havia caído, passando de 194.824 para 158.191 pessoas. Mas em 2022, voltou a subir e vem crescendo de forma contínua desde então.

A maioria dessa população que vive nas ruas se encontra na Região Sudeste do país, somando 222.311 de pessoas, o que representa 61% do total no país. Em seguida aparece a Região Nordeste, com uma população de 54.801 pessoas em situação de rua.

Só no estado de São Paulo estão concentradas 150.958 pessoas em situação de rua, seguida pelos estados do Rio de Janeiro (33.656) e Minas Gerais (33.139). O Amapá é o estado com o menor número de pessoas nessa condição, somando 292.

O Problema não Está nas Pessoas em Situação de Rua, mas no Governo

Para os pesquisadores do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, quatro situações podem explicar esse aumento:

  • o fortalecimento do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) como principal registro da população em situação de rua e de acesso às políticas públicas sociais do país;
  • a ausência ou insuficiência de políticas públicas estruturantes voltadas para essa população, tais como moradia, trabalho e educação;
  • a precarização das condições de vida principalmente após a pandemia; e
  • as emergências climáticas e deslocamentos forçados na América Latina.

Em entrevista à Agência Brasil, Robson César Correia de Mendonça, do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo, disse que apesar das políticas públicas que fizeram a insegurança alimentar grave diminuir no país, ainda há muita gente passando fome no país.

“Acho que está crescendo o número de pessoas em situação de rua em todo o Brasil e em São Paulo por uma série de fatores. Mesmo com a questão da queda acentuada das pessoas em alta vulnerabilidade social, ou seja, de combate à fome, ainda existe muita fome no Brasil. Existem pessoas que não conseguem se alimentar porque tem que pagar o aluguel ou porque tem que comprar remédio”, avalia.

Ele mesmo disse que tem dificuldades para pagar por todos os remédios que precisa tomar por seus problemas de saúde. “Se eu tivesse que comprar o que eu tenho que comprar para as doenças que eu tenho, eu precisaria receber dez salários desses para poder comprá-los. Só a máscara que eu preciso usar custa R$ 6 mil. Tem outros remédios que custam entre R$ 700 ou R$ 800. Como é que uma pessoa vai conseguir pagar aluguel, água, luz, alimentação e medicamentos com um ou dois salários mínimos? Ela não tem condições”, ressaltou.

Na opinião de Mendonça, outro fator que tem contribuído para esse aumento é o avanço tecnológico, que tem trazido ainda mais dificuldades para quem busca um emprego. “As pessoas não passam por uma reciclagem para se aperfeiçoarem na questão do trabalho”.

Para ele, a solução para esse problema passa pela capacitação, pelo enfrentamento ao preconceito contra essas pessoas e também por políticas voltadas à moradia e ao emprego.

“É preciso tratar de uma maneira para que não se veja a população de rua como um ser de outro planeta, mas como um cidadão desempregado, que precisa de uma chance para reingressar ao mercado de trabalho. Quando o Brasil tomar conhecimento e quando o governo se conscientizar de que ele não tem que tratar a população em situação de rua criando guetos, mas tratar como cidadão desempregado, criando capacitação e, principalmente, sensibilizando os empresários para que deem empregos para essas pessoas, aí sim isso começa a mudar”, defendeu.

“O problema não está na população de rua, mas no governo que não encara a temática da população em situação de rua como tem que ser encarada, com seriedade, com dignidade e respeito”, acrescentou.

Programas Públicos de Habitação e Combate a Fome

A Secretaria de Desenvolvimento Social do estado de São Paulo informou que “tem trabalhado de forma integrada com os municípios para a redução da população de rua em todo o estado”.

Segundo a secretaria, a pasta já repassou R$ 633 milhões para as prefeituras paulistas desde o início desta gestão, sendo que R$ 145,6 milhões desse valor seriam exclusivos para ações voltadas à população em situação de rua.

Além disso, informa a pasta, foram ampliados os serviços que são ofertados para essa população, tais como a criação de 24 novas unidades do Bom Prato, programa que oferece alimentação de qualidade a um custo acessível. Outro programa que foi ampliado foi o Serviço de Acolhimento Terapêutico Residencial e que permite, segundo a secretaria, “a conquista da autonomia, com renda e moradia às pessoas em situação de rua afetadas pelo uso de substâncias psicoativas”.

Procurado, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania ainda não se pronunciou sobre o levantamento. A Agência Brasil ficou aberta à manifestações.

Edição BdF: Fernando Fraga

Publicação BdF: 14.jan.2026

Fontes: - dados foram coletados pela Universidade Federal de Minas Gerais e repassados a Agencia Pública

- https://www.brasildefato.com.br/2026/01/14/estudo-aponta-mais-de-365-mil-pessoas-em-situacao-de-rua-no-brasil/