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A definição do ser humano como social, nos caracteriza como seres coletivos.
Éramos bastante integrados a natureza, pelo menos até que as tribos ou grupos criassem comunidades.
As comunidades que se urbanizaram, foram gradualmente individualizando o ser humano, até este extremo do individualismo pós-moderno radical que se vive nesse momento, principalmente, com origem na internet, que tanto usamos.
Os povos tradicionais organizados, principalmente em pequeníssimas comunidades, pelo menos a maioria, não consideram a política tão importante como as pessoas que vivem nos maiores centros urbanos.
Fica visível um nível de humanidade maior entre esses seres humanos. Ainda bem que sobraram resíduos das pequeníssimas comunidades ou tribos.
Para os povos tradicionais, a vida livre está acima da política, estética, meios de comunicação de massa ou internet e principalmente, do endeusamento das mercadorias.
Tomara que preservem essa fé na vida, a coletividade acima da individualidade e, principalmente a natureza, como sua deusa imponderável na sua humilde maneira de compreensão do mundo.
Esse utópica maneira de olharmos esses humanos, com uma pontinha de ciúmes, que a força da natureza os mantenha neste nível civilizatório de existência.
Esse raciocínio pode ser uma das maneiras de nos distanciarmos da política, do capitalismo, do individualismo, do tecnologismo, do esteticismo, dos ismos que tanto nos afligem.
Publicação: 08maio2026
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